Teria havido no Fórum Social Mundial de 2009 uma divisão entre socialistas e anarquistas? Ou a desorganização do evento e sua aparente perda de dinamismo e de rumo fazem parte da metamorfose das esquerdas que vão tomando uma feição caótica e anárquica?

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FÓRUM SOCIAL PADECE DE DÚVIDA EXISTENCIAL *

 

Gregorio Vivanco Lopes

 

Dividido entre os que desejavam dar-lhe um rumo definidamente anticapitalista e anticristão e os que propugnavam a manutenção de uma diversidade anárquica, o Fórum Social Mundial chegou melancolicamente a seu fim  

 

     “Os ativistas do encontro anticapitalista na Amazônia vão de um sindicato de prostitutas da Índia a belgas que querem a abolição do Banco Mundial”, relata a Bloomberg, um dos principais provedores mundiais de informação para o mercado financeiro.[1]

     Tal apresentação, embora verdadeira, não abrange entretanto todo o leque de associações e manifestações — ecológicas umas, abertamente comunistas ou anarquistas outras, algumas tendendo ao indigenismo e ao demonismo — que tiveram seu palco em Belém do Pará, durante a 9ª edição do chamado Fórum Social Mundial, que lá se desenrolou de 27 de janeiro a 1º de fevereiro.

     Convém ter presente que as duas primeiras edições do Fórum Social, realizadas em Porto Alegre em 2001 e 2002, apresentavam-se como a grande esperança das esquerdas depois da queda da Cortina de Ferro.

     “A realização do Fórum Social Mundial prepara e delineia os contornos de um novo bloco anarco-comunista mundial, ora em gestação, [...] esse imenso esforço de âmbito universal para a criação de uma nova Internacional comunista, desde já denominada nos meios da esquerda radical de Internacional Rebelde. É o próprio comunismo que ressurge, porém metamorfoseado, conforme previra o Prof. Plinio Corrêa de Oliveira. E desta vez levando claramente como companheira de viagem a esquerda católica. O combate à globalização é a ocasião — quase diríamos o pretexto — para que essas forças remanescentes se recuperem do trauma sofrido com a queda do império soviético e se reagrupem”.[2]

     Um fórum “chapa branca”

     Sobre o de Belém do Pará, comenta a socióloga Maria Lucia Victor Barbosa: “O governo investiu milhões na festividade, inclusive em preservativos. Tudo pago com o dinheiro do contribuinte, ou seja, estamos financiando a esbórnia que atrai pessoas de todo o Brasil e do exterior. [...] Não faltarão ao carnavalesco evento muita cachaça e folia. [...] Naturalmente, os participantes se posicionarão contra o capitalismo que os sustenta, contra a liberdade que permite a festividade, contra a riqueza que almejam para si. Em suas utopias delirantes, as esquerdas clamarão pela volta do socialismo”.[3]

     Tem razão a socióloga, pois os altos investimentos governamentais mostram à saciedade que os “libertários” e “anarquistas” do Fórum são pressurosos em abrigar-se sob as asas protetoras de governos petistas — como o federal e o estadual — cujas arrecadações provêm sobretudo das classes A e B.

     No que diz respeito ao valor exato canalizado para o Fórum, há uma certa variação no noticiário, conforme a fonte. É natural, pois em geral o que passa por debaixo do pano é mais do que o declarado.

     Artigo de jornal carioca fala num subsídio de R$ 120 milhões do governo federal.[4] Um diário paulista diz que o governo federal repassou R$ 86 milhões, e o estadual — da petista Ana Júlia Carepa — investiu R$ 143 milhões.[5]

     “Quatro empresas estatais contribuíram com R$ 850 mil para a organização do Fórum Social Mundial: Petrobrás (R$ 200 mil), Banco do Brasil (R$ 150 mil), Caixa Econômica (R$ 400 mil) e Eletronorte (R$ 100 mil). [...] Para Cândido Grzybowski, do Ibase (Instituto Brasileiro de Análises Sociais e Econômicas), fundador do evento, ‘não haveria fórum no Brasil’ se não houvesse apoio de estatais”.[6]

     Por essas e por outras, houve quem classificasse o Fórum como “chapa branca”.

     Participantes: número incerto

     O número de participantes é outro ponto controvertido.

     Segundo o site oficial do Fórum, houve 133 mil participantes inscritos, de 142 países.[7] No encerramento, órgãos de imprensa falavam em 115 mil presentes naqueles dias. Segundo a coordenadora do Fórum, Aldalice Oterloo, “tivemos 92 mil, sendo que 1,8 mil eram só voluntários”.[8] Estiveram presentes, segundo dizem, 2 mil índios dos países da região amazônica.[9]

     Ainda que os dados estejam inflados, não há dúvida de que foi uma grande concentração da esquerda mundial, representada em suas várias tendências. Já na marcha de abertura, elas disputavam entre si as posições de maior destaque.

     A passeata inaugural tinha pouco mais de 30 mil pessoas,[10] mas segundo os organizadores, participaram quase 70 mil pessoas. Ela teve um “jeito carnavalesco, em que houve até tempo de comer no McDonald’s. [...] Em outras edições brasileiras do fórum, em Porto Alegre (RS), lojas da cadeia norte-americana de lanchonetes foram objeto de hostilidades verbais. Dessa vez, a loja se manteve aberta e lucrou com a entrada dos manifestantes. [...] Havia desde um grupo fantasiado como palhaços até baterias tocando samba”.[11]

     Nova civilização anárquica 

     O que visava o Fórum? Ninguém sabe dizer ao certo. Após as duas primeiras edições em Porto Alegre, e as denúncias que se lhe seguiram — como as que fez na ocasião a TFP — ele veio definhando. Esperavam os organizadores que em Belém ele se reabilitasse.

     Segundo Chico de Oliveira, considerado um dos principais intelectuais da esquerda no Brasil, o Fórum conseguiria reerguer-se se tivesse suficiente habilidade para abordar a crise econômica: “Faz algum tempo que ele [o Fórum] declinou um pouco, perdeu centralidade na agenda. Tentaram passar para a África, mas não deu certo. Não teve a mesma repercussão. Agora, de fato, a crise econômica abre uma crítica que o fórum já vinha fazendo. E a fratura é exposta. Depende da habilidade da crítica”.[12]

     Se essa era a meta, ao que tudo indica o Fórum não a alcançou. Perdeu-se em atividades das mais diferentes e opostas, segundo a linha chamada da “diversidade”, sem arraigo na opinião pública, como se fosse um circo de mau gosto no qual até a feitiçaria teve seu papel.

     Para Oded Grajew — um dos figurões onipresente nos fóruns sociais — trata-se de buscar um novo modelo de civilização: “A escolha da região pan-amazônica se deve a seu papel estratégico para toda a humanidade, por deter imensas riquezas culturais e ambientais em risco de aniquilação, mas que podem alimentar um novo modelo de civilização”.[13]

     Temática pluriforme 

     Meio ambiente, aquecimento global, crise econômica, males das grandes corporações transnacionais, capitalismo predatório, miséria e exclusão nos países pobres, devastação da Amazônia, aborto, inclusão social, solidariedade ao povo palestino, índios da Amazônia –– foram temas abordados de cambulhada nos vários painéis e tendas montados em Belém.

     O propagandeado líder do MST, João Pedro Stédile, disse que deveria sair do Fórum Social um calendário de manifestações “mundiais” contra a crise e o desemprego. No Brasil, segundo ele, o MST deve liderar a agenda de ações, que começa em março.

     Homossexuais, lésbicas e transformistas também discutiram propostas para combater o que chamam de “preconceito” e violência. Estava anunciada uma caminhada nudista pela cidade, mas não consta que tenha sido realizada. Ao que parece, mesmo protegidos pela polícia, os nudistas temiam a reação dos habitantes moralizados de Belém.

     A esquerda católica, sempre ativa na promoção da luta de classes, desta vez estava também toda ecológica. Para o bispo D. Erwin Krautler, da Diocese do Xingu, no Pará, “a Amazônia está indo para o brejo. [...] Não dou mais do que 30 anos para que a maior parte da floresta esteja devastada”.[14]

     O ministro Tarso Genro foi aplaudido pelos participantes da marcha em favor da legalização da maconha.

     O papel representado pelos índios

     Houve também manifestações de índios — devidamente industriados pelo Conselho Indigenista Missionário (CIMI), ligado à CNBB — no sentido de que seja arquivado o decreto que restringe a entrada de ONGs e missionários em terras indígenas. Para Saulo Feitosa, secretário-adjunto do Conselho Indigenista Missionário, “nem na época da ditadura houve esse tipo de controle. Tutela é coisa do passado”.[15]

     Em reunião com as lideranças indígenas, o ministro Tarso Genro disse que espera a demarcação em forma contínua da reserva indígena Raposa/ Serra do Sol para, a seguir, aumentar a “ofensiva” nesse setor: Nós então poderemos partir para políticas ainda mais ofensivas, mais completas, na defesa das comunidades indígenas”.[16]

     À tarde os índios participaram de um estranho ritual religioso, ao lado de representantes do continente africano. Foi uma transferência simbólica do comando do Fórum — que havia sido realizado pela última vez no Quênia — para os brasileiros.

     No dia da Pan-Amazônia, foi possível ver índios utilizando celulares para enviar fotos, vídeos e notas do Fórum para suas aldeias e para o mundo.

     Visibilidade na mídia 

     O presidente Lula foi ao Fórum com uma comitiva de 12 ministros. Encontrou-se ali com os presidentes Chávez, da Venezuela, Correa, do Equador, o ex-bispo Lugo, do Paraguai e Evo Morales, da Bolívia.

     O que foram fazer tantos presidentes naquele encontro das esquerdas mais debandadamente radicais? Segundo alguns, eles iriam debater a atual crise econômica e propor soluções. Para Oded Grajew, porém, tratava-se de uma questão midiática: “Os governantes sempre atraem a mídia, o que gera visibilidade”.[17]

     E parece que Grajew tinha razão, pois “no lugar de um debate sobre a crise financeira, o evento acabou virando uma série de discursos dos presidentes”.[18]

     Os presidentes reforçaram a idéia de que a culpa da crise econômica é dos países desenvolvidos, e apontaram como solução o socialismo. O ex-bispo Lugo aproveitou ainda para levantar sua pendência com o Brasil a respeito da usina de Itaipu.

     Pondo em evidência o caráter anticristão do Fórum, “Evo Morales disse que é possível substituir a Igreja Católica por outra. [...] Morales disse ‘outro mundo é possível, eu quero dizer-lhes outra fé, outra religião, outra Igreja também é possível’”.[19]

     Para o professor e escritor Hamilton Faria, integrante do Instituto Pólis e da coordenação da Articulación Latinoamericana Cultura y Política, não se devem esperar grandes definições. “O fórum já perdeu muito de sua energia inicial, [...] não deve resultar em propostas claras de mudanças”.[20]

     Camaleão ou socialista?

     Lula fez um discurso bombástico, de cunho socialista, contra os países ricos e contra o FMI. Defendeu a intervenção do Estado na economia, uma “nova ordem econômica mundial”, e ironizou dizendo que “o deus mercado quebrou”.[21]

     Temendo, talvez, a má repercussão de tal discurso na maioria da opinião pública brasileira, que não é socialista, um diário paulistano saiu em defesa do presidente, em editorial. Segundo esse jornal, Lula só teria feito um discurso incendiário para agradar o populacho presente ao Fórum, aí incluídos os presidentes. Mas, na verdade, “Lula, não é de esquerda nem considera o regime de mercado uma criação luciferina, muito menos imagina que o Brasil pode subir aos palcos globais fazendo coro com a Venezuela, Bolívia e Equador”.[22]

     Cremos entretanto que tal diário não tem razão ao tentar defender o presidente. As origens políticas de Lula não deixam dúvida de que ele é realmente um socialista. Basta ver os principais ministros de que se cerca. Se não aplica um programa socialista ao País, é porque sente perfeitamente que não seria acompanhado pela grande maioria da Nação.

     Comício político

     O MST convidou os presidentes para um encontro, mas não convidou Lula. Evidente manobra para não comprometer o primeiro mandatário brasileiro com o sistema de invasões de terra, atualmente tão desprestigiadas no Brasil.

     Num grande galpão, conhecido como Tenda dos 50 Anos de Vitória da Revolução Cubana, houve uma espécie de comício, em pleno Fórum Social Mundial. Assim que a ministra da Casa Civil, Dilma Rousseff (foto), adentrou o palco, os petistas que lotavam o auditório entoaram o jingle da campanha de Luiz Inácio Lula da Silva à presidência, agora com outro nome: “Olê, olê, olê, olá.... Dilmá, Dilmá...”. E imediatamente engataram outro refrão de campanhas petistas: “Brasil! Urgente! Dilma presidente!”[23]

     Encerramento melancólico

     “O Fórum Social Mundial foi encerrado sem nenhum documento final com as conclusões do encontro ou qualquer sugestão a respeito da crise econômica mundial. Na assembléia geral, no fim da tarde, foram lidos documentos sobre um conjunto de 22 questões pontuais, variando da preservação da Amazônia aos problemas enfrentados por migrantes ao redor do mundo, a demarcação de terras indígenas, a questão palestina e outros”.[24] Foi acertada também uma “agenda de mobilizações” durante o ano.

     No próximo ano não haverá fórum unificado. Pensa-se em fazer vários encontros ao redor do mundo.

     Para a “Associated Press” (AP): “Fórum Social termina em lama, otimismo, incerteza”.[25] Para a “France Press” (FP): “Um Fórum Social Mundial ‘desorganizado’ esquiva soluções para a crise”.[26] Para a "Reuters": "Fórum esquerdista termina na Amazônia; o capitalismo é dado por moribundo”.[27] Noticia a “Deutsche Welle”: “O Fórum aos olhos da mídia alemã: debates consistentes e propaganda para líderes políticos. Jornais de língua alemã comentam atmosfera do Fórum Social Mundial em Belém. Parte da mídia observa que a população indígena não passou de figurante”.[28]

     Ser ou não ser, eis a questão!

     A dúvida existencial descrita por Shakespeare — “ser ou não ser, eis a questão!” — atormenta os organizadores.

     A grande diversidade das posições apresentadas no Fórum Social Mundial foi vista por alguns como sua maior glória; e por outros, como seu tropeço. Nem a proximidade dos governos antineoliberais nem a crise econômica resolveram a dúvida que atormenta parte de seus organizadores: para onde vai e o que quer o Fórum Social Mundial?

     Para Chico Whitaker, do Comitê Organizador e do Conselho Internacional, “O mundo tem que ser diverso. O fórum é uma escola para isso”.[29]

     Outros organizadores, como Bernard Cassen, Emir Sader e o intelectual português Boaventura de Souza Santos, “defendem que haja posições comuns. Para Boaventura, ‘se o mundo não puder conhecer a posição do FSM, é de prever que o FSM corra o risco de se tornar irrelevante’”.[30] Para Sader, “há um certo sentimento de frustração em relação ao que o fórum poderia dizer ao mundo, parece que está girando em falso”.[31] Já o sociólogo Joel Kovel, defensor do ecossocialismo, diz: “O nível de organização, ou de desorganização, foi tão alto que impediu muitas pessoas de se encontrarem. É meu terceiro fórum, e foi o mais caótico”.[32]

     Desordem e restauração da ordem 

     O lema-slogan do Fórum Social Mundial é “um novo mundo é possível”. Qual é esse mundo novo? A julgar pelo que aconteceu em Belém do Pará, trata-se do fim da civilização e do advento de um mundo anárquico-tribalista, do tipo descrito na profética obra de Plinio Corrêa de Oliveira, Tribalismo Indígena, Ideal Comuno-Missionário para o Brasil do século XXI. Um mundo em que a igualdade das selvas impediria qualquer organização baseada na reta ordenação das classes sociais; Jesus Cristo e sua Igreja são banidos, e em seu lugar surgem os “deuses” fetichistas e pagãos. É o comunismo tribal –– a etapa mais avançada dos devaneios de Marx em suas atormentadas noites de insônia, quando a ação deletéria dos fantasmas noturnos se exercia sobre sua imaginação...

     A crítica a esse “novo mundo” implica uma aceitação sem reservas da situação em que atualmente nos encontramos? De nenhum modo. Também nós detestamos este mundo de jovens sem pureza nem heroísmo, de adultos sem espírito de sacrifício nem amor de Deus, de velhos sem sabedoria nem dignidade. Com as honrosas exceções, é claro!

     Na rampa que vem dos esplendores da civilização cristã de outrora e se precipita, por meio de etapas sucessivas de decadência, no comunismo tribal, encontramo-nos presentemente num ponto já muitíssimo baixo, de nenhum modo aceitável. Os organizadores do Fórum e seus arditi esforçam-se por arrastar o mundo para o fundo desse poço. Nós temos em vista outros horizontes, delineados por Plinio Corrêa de Oliveira:

     “Em nossos dias, há um anseio imenso por outra coisa, que ainda não se sabe qual é. Mas enfim — fato talvez novo desde que começou, no século XV, o declínio da Civilização Cristã — o mundo inteiro geme nas trevas e na dor, precisamente como o filho pródigo quando chegou ao último da vergonha e da miséria, longe do lar paterno.

     “Esse algo novo, do qual não conhecemos os contornos exatos, pode-se entretanto delinear em termos gerais, como já o fazíamos em 1959, quando lançamos nosso ensaio Revolução e Contra-Revolução: ‘Se a Revolução é a desordem, a Contra-Revolução é a restauração da ordem. E por ordem entendemos a paz de Cristo no Reino de Cristo. Ou seja, a Civilização Cristã, austera e hierárquica, fundamentalmente sacral, antiigualitária e antiliberal’. Ora, precônio do Reino de Cristo é o estabelecimento do Reino de Maria do qual falam algumas assinaladas profecias”.[33]

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     NOTAS DO AUTOR:

 

    [1] .

     

    [2] Gregorio Vivanco Lopes e José Antonio Ureta, A pretexto do combate à globalização renasce a luta de classes - Fórum Social Mundial de Porto Alegre, berço de uma neo-revolução anárquica, Editora Cruz de Cristo, S. Paulo, 2002.

    [3] .

     

    [4] Diogo Costa, Fórum subsidiado, “O Globo”, 26-1-09

    [5] “O Estado de S. Paulo”, 27 e 30-1-09.

    [6] “Folha de S. Paulo”, 29-1-09.

    [7]

     

    [8] Portal Terra, 1º-2-09.

    [9] “O Estado de S. Paulo”, 27-1-09.

    [10]

     

    [11]

     

    [12] “Folha de S. Paulo”, 30-1-09.

    [13] “Folha de S. Paulo”, 26-1-09.

    [14]

     

    [15]

     

    [16] “O Estado de S. Paulo”, 1º-2-09.

    [17]

     

    [18] “Folha de S. Paulo”, 30-1-09.

     

    [19]

     

    [20]

     

    [21]

     

    [22] “O Estado de S. Paulo”, 31-1-09

     

    [23]

     

    [24] “O Estado de S. Paulo”, 2-2-09

     

    [25]

     

    [26]

     

    [27]

     

    [28]

     

    [29] “O Estado de S. Paulo”, 1º-2-09.      

    [30] “Folha de S. Paulo”, 1º-2-09.

    [31] “Folha de S. Paulo”, 2-2-09.

    [32] “Folha de S. Paulo”, 2-2-09.

    [33] A Inocência Primeva e a Contemplação Sacral do Universo, no pensamento de Plinio Corrêa de Oliveira, coletânea organizada por Paulo Corrêa de Brito Filho e outros, Artpress, S. Paulo, 2008, p. 188. 

 

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     * Fonte: Revista Catolicismo, mês de março/2009.

 

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     Outro artigo aqui publicado sobre o mesmo tema:

          

 

 

 

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